1-1É com muito orgulho que podemos dizer: -Cobrimos o Ultra Brasil. Estamos Felizes por estar fazendo parte disso. Mais felizes ainda da nossa marca fazer parte da melhor experiência que se pode ter no festival.

Fundado em 1999, o Ultra estreou em Miami. Em mais de uma década de existência, o festival já reuniu milhões de fãs em espaços incríveis, ao som de ícones da música eletrônica. O que começou como um festival de praia humilde em Miami há quase 20 anos, desde então, tornou-se o portador da tocha para a música de dança eletrônica em uma escala global. No Brasil o Ultra desembarcou pela primeira vez em meados de 2008, foram 3 edições com uma pausa entre 2012 e 2015. Na época o Ultra ainda era um festival pequeno que estava crescendo aos poucos, entorno de 2011 e 2012 o festival começou a crescer e se expandir de forma incrível ficando então conhecido no Mundo inteiro. O festival de 2011 no Brasil foi um ano especial para a Bass Music, com a participação do atual mestre dos hits “Diplo” e também o seu projeto “Major Lazer“, e representando o Brasil DJ Marky foi o nome nacional.

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Depois do “Vai ter Ultra”, “Não vai ter Ultra”, concluímos que “Vai ter Ultra”, chegou a hora de curtir o melhor festival de música eletrônica do mundo, segundo votação em 2016 da revista britânica DJ Mag sobre o melhor festival do Mundo, confira Clique Aqui. A equipe do festival fez um belo trabalho e o público respondeu a altura do mega festival, criando uma atmosfera super harmoniosa onde só coube, diversão, curtição e alegria. A música eletrônica venceu e quem ganhou, foi quem compareceu e acreditou que tudo ia dar certo.

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O festival desembarcou no Brasil nos dias 14 e 15 de outubro, com um line up que foi histórico, com nomes que tiveram a sua última passagem pelo Brasil, rumo a aposentadoria, como no caso do Carl Cox. O line estava imperdível, ele trazia grandes nomes não só do mainstream, mas também do techno e do house, como Nicole Moudaber, Carl Cox, ANNA, Matador, Pan-Pot, Steve Lawler, Tale of Us, Renato Ratier, entre outros. Difícil é escolher as melhores apresentações, pois cada um que estava lá teve sua performance preferida.

Depois de percorrer a pista reta da Marquês de Sapucaí, chegamos à área da Apoteose e nos deparamos com um main stage bem top e futurista, que definitivamente calou a boca de todos os reclamões precipitados da internet. À noite, o sistema de iluminação e leds de última geração impressionava até quem estava lá no fundão. O Palco contava com o padrão internacional com uma sensação de profundidade e um show de luzes impressionante. O som estava sempre muito limpo e forte em todos os lugares. O main stage foi a melhor coisa, em termos de estrutura, desse Ultra Brasil.
O main stage levou o selo Ultra de qualidade: com uma estrutura monstruosa, o palco principal contou com a característica primordial que o festival tem – criar um stage design composto por diversos LEDs, aliado a um belo sistema de som.

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A área do palco UMF Radio teve também um espaço destinado a patrocinadora, a Fusion Energy Drink, que contou com uma apresentação impressionante do Lords of Lightning, que fazia um espetáculo com eletricidade de deixar o queixo caído, em cada intervalo entre os DJs. Além de uma ação bacana que estimulou o público a dançar em cima do palco para ganhar copos personalizados.

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O palco Resistance tinha o formato oval, ele é o palco “Underground” do Ultra Brasil. Nele as apresentações seguem estilos menos comerciais de música eletrônica, mas não é por isso que trás artistas menos consagrados. Resistance contou com uma belíssima estrutura, num lugar excelente, com boa estrutura de banheiro e bares ao seu redor.

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Cada palco conseguiu criar sua própria vibe de acordo com o estilo e música. O mainstage reunia a maioria que queria ver os nomes mais comerciais, como Martin Garrix, Hardwell, DJ Snake, Dash Berlin, Krewella, Above&Beyond e Steve Aoki. Um bom ponto foi o destaque para DJs brasileiros, que fizeram bonito no mainstage, ganhando ainda mais visibilidade e novos fãs por aqui. Como o Alok, Ftampa, Felguk, Vintage Culture e Tropkillaz que fizeram a pista lotar e dançar sem parar. O live da Krewella que rolou no palco principal também foi algo para fugir do convencional. Com guitarra e bateria, a apresentação levantou muito o público e deu um gostinho de show de rock para quem estava por lá.

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Existiam tendas de Bar, nas laterais, uma tenda central, e pequenas ilhas de bebidas alinhadas com o palco principal, eram as diversas opções para quem queria beber, além disso, durante todo o evento, pessoas circulavam com uma espécie de bag, com Chopp melhorando ainda mais essa distribuição. Os palcos laterais UMF Radio e Resistance ficavam atrás das arquibancadas e tinham banheiros próximos e alguns bares.

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Nos dias do festival em si, o Ultra se saiu bem com uma boa sinalização interna de palcos e serviços e a disponibilização de um aplicativo com recursos diversos.

O Ultra disponibilizou um aplicativo que contava com ferramentas fundamentais para se manter atualizado, você tinha disponível na mão, o line up completo + horários, com função de criar uma agenda personalizada com os artistas preferidos. Informações oficiais do evento como mapa e também de parceiros. Nós utilizamos o App e funcionou perfeitamente.7

O Ultra adotou o sistema cashless para a venda de comida e bebidas, e em tese isso pode ser bastante prático. O sistema de pagamento Cashless (cartão pré-pago), que evitava filas, e essa opção utilizava tecnologia NFC, onde o atendente digitava o valor e apenas encostava o cartão por uns 2 segundos na máquina debitando automaticamente, até mesmo os “Food Truck” presentes no evento estavam aceitando essa forma de pagamento.

Outra coisa legal que o festival adotou foi disponibilizar Guarda-volumes (Lockers) e carregadores de celular (Chargers), comprando combo online (1 Locker + 1 Charger) o valor era de R$ 70,00.

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Um Detalhe importante é que o Ultra liberou um bebedouro próximo da pista UMF Radio. Outro detalhe foi a liberação da arquibancada lateral, foi uma ótima área de descanso com uma vista privilegiada para o palco.

Não presenciamos, em nenhum momento, brigas ou confusões generalizadas durante todo o evento, e a todo momento seguranças passavam com roupa preta e bem discretos no meio do público, por falar no público, todos estavam muito interessados em curtir, felizes que tudo deu certo e a galera soube aproveitar muito bem.

Dentro do festival, me senti seguro, havia seguranças e Staff circulando. Fora do festival também havia bastante seguranças e policiais orientando e garantindo a segurança de todos que saim do Ultra Brasil.

O Transporte também foi bom. A localização do Ultra Brasil, no Sambódromo, numa região bastante central e servida pelo metrô do Rio, contribuiu para que o acesso ao festival fosse fácil. A parceria com o Uber foi uma boa iniciativa. Quem usou o aplicativo para ir ao Ultra pode carregar o celular na chegada à Sapucaí. Para a volta, houve o tradicional código promocional para quem fizesse a primeira corrida de Uber. Lá dentro, pessoas identificadas indicavam o ponto onde os carros chegariam na parte externa do Sambódromo. Os taxistas fizeram sua parte e se organizaram num esquema bem rápido, com táxis aos montes.

Um ponto que ajudou muito na animação do festival foi a quantidade de pessoas fantasiadas e produzidas de forma divertida, que é uma característica do Ultra e de festivais internacionais. As pessoas se inspiraram e criaram looks bem personalizados para chamar a atenção e fazer a galera sorrir!

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Vamos, portanto, sintetizar o que foi o Ultra Music Festival Rio. Houve muitos pontos positivos, como o lindo palco, o ótimo soundsystem e o line, A música (ainda bem!) com certeza foi o ponto alto do festival, feito para vários gostos com uma curadoria artística de tirar o chapéu.

Ao todo, 21 atrações se apresentaram no main stage. Destaques: Carnage (que pouco vem ao Brasil e tirou a galera do chão), Steve Aoki (com sua vibe característica, deixou os #ultranautas quase animados do início ao fim do set – teve Titanic pra dar uma quebrada na vibe), Martin Garrix (com uma apresentação que o credencia como o melhor DJ do mundo), DJ Snake (que mostrou seu amor ao funk, ao Rio, ao Flamengo e toda sua batida característica), Above & Beyond (com o bom trance que emociona e nunca decepciona), Dash Berlin (com hit atrás de hit), Jauz (mostrou um belo set, mostrando sua linha do electro somado ao hardstyle e trap), FTampa (com um show enérgico), Vintage Culture (apresentado por Rodrigo Vieira, sócio do Ultra Brasil, como um dos melhores DJs que o Brasil já produziu, construiu um set repleto de hits), Felguk (buscando as raízes do electro, o duo proporcionou um set com uma vibe sensacional no set) e Krewella (que trouxe, pela primeira vez ao Brasil, seu live show com a banda).

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Mesmo após alguns problemas, foi determinado “Vai Ter Ultra SIM!”, toda a estrutura seguiu montagem na passarela mais famosa do mundo do Samba, que se tornou a maior avenida da música eletrônica. O evento contou com três palcos, grandes headliners internacionais e, ao todo, mais de 60 atrações entre nacionais e internacionais.

Para a edição deste ano, o Ultra passou por uma aventura, o festival foi transferido 2 vezes de local até chegar ao Sambódromo, local onde foi realizado. O primeiro local escolhido foi o “Aterro do Flamengo”, e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, Iphan, alegou que o local é tombado e que não teria capacidade para comportar 80 mil pessoas nos dois dias de festival. Com a proibição do aterro, o evento seria realizado na “Quinta da Boa Vista”, em São Cristóvão, Zona Norte do Rio, mas sofreu problema com o Iphan novamente.

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Vamos relembrar, o Ultra Brasil já estava anunciado desde março de 2016, quando passou durante a transmissão do ULTRA MUSIC FESTIVAL EDIÇÃO MIAMI pela UMF TV a divulgação da cidade, dias e local do ULTRA BRASIl. Logo depois o Ultra Brasil passou por conferencias no Rio no Museu do Amanhã, com seus representantes onde tudo foi discutido e informado, junto com os Órgãos públicos e prefeitura do Rio.

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Durante o problema todos se mobilizaram e tentaram ajudar o Ultra no que era possível, graças aos nossos queridos organizadores e da força que a galera estava dando, depois de muita luta com os Órgãos públicos conseguimos… Só temos que agradecer a eles por não desistir da luta. No final todos estavam questionando os órgãos públicos o porquê disso só agora, pois eles poderiam ter falado aos organizadores do evento sobre o local bem antes e não faltando uma semana para Ultra com as estruturas sendo montadas, já que tudo já tinha sido planejado meses e meses antes.

A Equipe do Ultra teve menos de uma semana para montar toda a estrutura no Sambódromo, depois de já ter iniciado a montagem com bastante antecedência na Quinta da Boa Vista com algumas semanas antes do ocorrido e no final tiveram que correr para que tudo continuasse conforme o planejado onde tiveram que correr para desmontar e montar de novo, porém no Sambódromo. A cada tubo encaixado, o pessoal que passava em frente tirava um foto, no final parecia que pessoal estava querendo fazer parte da montagem também! Haha

O Rio merece um festival eletrônico desse porte. Pra um evento chegar até aqui, muitos contratos foram assinados, muitas contas foram pagas. Muito, mas muito dinheiro foi investido. Foram mais de 2 mil profissionais trabalhando ardilosamente para que a experiência do público fosse incrível.

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A organização do Ultra Brasil se pronunciou sobre a proibição:
No texto, os organizadores afirmam que foi feito um estudo de impacto sonoro em toda a Quinta da Boa Vista e os especialistas contratados garantiram que “se o som chegar ao Zoológico, será um som ambiente” e, segundo eles, “incapaz de causar estresse ou outros danos à saúde dos animais”.

O Ultra também informou que se reuniu com a administração do Zoo para “garantir todas as medidas necessárias à preservação da saúde dos animais”. A empresa fala, ainda, que na conversa com a administração do Zoo, esta teria sido “a primeira vez, nos últimos oito anos, que a organização de um evento musical demonstrou esse tipo de preocupação”.

A organização também reclama do rigor com o festival dizendo que, em 2014, um evento gospel teria reunido 250 mil pessoas “sem que isso tenha causado morte de animais”. “A organização estranha esta preocupação seletiva do Ibama”, alfinetou.
Os organizadores também foram bem claros a imprensa que falaram que o festival era uma festa RAVE, os organizadores do festival negaram que seja uma festa rave, mas sim um evento de música eletrônica que ocorre em outras 21 cidades e mais 19 países.

“A edição brasileira gerará 2 mil empregos diretos e quatro mil indiretos e renderá para os cofres da cidade entre R$ 15 milhões e R$ 20 milhões em receitas”, informou.

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O Sócio-diretor do Ultra Brasil se pronunciou sobre os problemas:
“O samba, o rock, o funk, todos sofreram preconceitos, enfrentaram dificuldades e quebraram paradigmas pra se estabelecer. Mais do que uma indústria que movimenta a economia e o turismo do mundo inteiro, a música eletrônica e sua cultura toca no sentimento e muda a vida das pessoas, isso explica a paixão que a cerca. A produção do Ultra Brasil tomará todas as precauções para a preservação e proteção do parque e em acordo com às exigências dos órgãos competentes, isto sempre esteve no planejamento e será, responsavelmente, executado. Nos vemos dia 14 e 15 de outubro, na Quinta da Boa Vista. Vamos celebrar o que nos une e seguir essa jornada.”

Podemos ressaltar que isso fique bem claro. “A administração do Zoo informou que esta teria sido a primeira vez, nos últimos oito anos, que a organização de um evento musical demonstrou esse tipo de preocupação”. E também “A Organização também reclamou do rigor com o festival dizendo que, em 2014, um evento gospel teria reunido 250 mil pessoas “sem que isso tenha causado morte de animais”. “A organização estranha esta preocupação seletiva do Ibama”, alfinetou.”

Outra coisa muito importante é que o ULTRA BRASIL não é uma festa RAVE, e sim um FESTIVAL da marca ULTRA MUSIC FESTIVAL que é o maior festival do Mundo e premiado atualmente como o Número 1 do Mundo!

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A organização do Ultra Brasil se pronunciou sobre a mudança de local:
“Olá Ultranautas!
Neste momento estamos trabalhando integralmente para entregar o festival que sempre sonhamos ver no Brasil. Vale ressaltar que o Sambódromo oferece toda estrutura necessária para receber grandes eventos internacionais.
Os 3 palcos e as mais de 60 atrações anunciadas serão mantidos, assim como toda a estrutura, serviços e cenografia seguindo o padrão internacional estabelecido há 19 anos pelo Ultra Worldwide™
Quanto à segurança, essa é uma pauta importante para a nossa produção. Estamos com o apoio das autoridades para a realização de um festival seguro e bem policiado, inclusive em seu entorno.
Nos próximos dias divulgaremos o App oficial do Ultra Brasil, assim como todas as infos restantes e os horários das atrações.
Pode ter certeza que a nossa cenografia, nossos artistas e a energia dos nossos fãs vão transformar o Sambódromo em um espetáculo de encher os olhos!
Contamos com a energia positiva de todos! #SomosTodosUltra”

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A empresa SP EVENTOS foi quem ficou responsável pela montagem e fornece a infraestrutura do Ultra Brasil 2016, que aconteceu nos dias 14 e 15 de outubro. A empresa está de parabéns, pois estava sempre participando e colaborando no que era possível para solucionar as duvidas do publico do festival durante as montagens do Ultra Brasil. Estavam sempre postando fotos e videos para o publico acompanhar a montagem.

Além disso, ela está de nota 10 pela montagem incrível das estruturas do festival e também pela correria que tiveram para montar tudo de novo com segurança, fazendo a transferência das estruturas da Quinta da Boa Vista de última hora para o novo local que era o Sambódromo, tudo isso em poucos dias.

Depois de uma semana de trabalho incessante que tiveram, devemos agradecer por fazer o sonho de milhares de pessoas se realizarem. Obrigado SP EVENTOS por fornecer suas estruturas e funcionários incríveis que fizeram o Ultra acontecer!!!

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“Terminou em samba. O Ultra Brasil vai acontecer no Sambódromo. Datas, horários, palcos, estruturas e atrações estão mantidas. Em nome do nosso grande time, gostaria de agradecer muito as centenas de manifestações de apoio de amigos, profissionais do setor, conhecidos e desconhecidos nestes últimos dias. Apesar de ataques covardes, adversidades e um enorme esforço emocional de toda a equipe, a imensa mobilização que se viu em favor do festival, sua música e valores nos tem dado todo o sentido e força nessa luta. Virou uma questão de honra, não só para nós, mas para milhares que estão acompanhando o desenrolar dessa história e, como nós, querem um final feliz e sensação de justiça. Será uma vitória de todos e teremos muito mais motivos pra comemorar na próxima semana! “

E a equipe do Ultra se manteve esforçada, não desistiu dos apaixonados por música eletrônica e conseguiu fazer o melhor que podiam.

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Durante o processo da mudança de local do Ultra Brasil, presenciamos uma historia incrível que comoveu muita gente e que se dispuseram em ajudar. Após o Jardiel Henrique postar sua opiniao sobre a mudança de local do Ultra Brasil para o Sambodromo, local perto da sua casa, a galera começou a elogiar e tentar ajudar o grande Jardiel Henrique a participar do Ultra, já que ele não pode adquirir o ingresso por motivos financeiros. Precisamos de pessoas assim como o Jardiel Henrique que não ficou falando coisas desnecessarias do evento devido aos problemas, pelo contrario ele apoio o evento. São pessoas assim que precisamos ser, parar de sair criticando e falando coisas sem saber o real problema do que está realmente acontecendo. A coisa boa foi que a noticia chegou aos organizadores do festival e eles ajudaram o Jardiel Henrique com um ingresso de um dia para o ULTRA BRASIL 2016.

Segue abaixo o texto do Jardiel Henrique:

“Mano moro próximo apoteose
Sei essa área e cercada de comunidades moro em uma dessas
Não vou poder ir por motivo financeiro sou um louco pela música eletrônica infelizmente nao vou ir
Mais to super feliz por esse grande evento ser próximo minha casa vou ficar na vibe de casa sei q não será a mesma coisa de esta dentro do evento
Mais essa galera ae que critica o local por ser carente é perigoso sim
Mais a segurança lá sempre é boa quando tem grande eventos só ter cuidado e não entrar em ruas desconhecidas e outra os arredores da apoteose sempre fica cercada de grades pra q nada aconteça eu aqui cheio de vontade de ir e a galera criticando Rio de Janeiro pra onde for tem perigo só ter cuidado mais todos lá vão ter boa segurança o UMF e a segurança do Rio não vai desapontar vocês!!!”

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Apesar disso tudo, para mim, o Ultra Rio conseguiu cumprir o que prometia: trouxe uma verdadeira experiência Ultra para o Brasil, com um line incrível e uma cenografia (no mainstage!) de cair os queixos!

O palco Mainstage trouxe . No quesito qualidade sonora, é absurdo o quão limpo e alto foram as apresentações, nota 10! O soundsystem era excelente! Mesmo de longe do palco, você conseguia escutar em ALTO e BOM som o que estava rolando. Quando cheguei la, na frente do mainstage. Confesso que main! O design era lindo.

O Cristo esteve de braços abertos para receber e transformar a avenida do Samba, na avenida da música eletrônica. No final tudo deu certo, e nós tivemos o prazer de presenciar um mega evento com uma vibe sensacional.

Pois bem, TEVE ULTRA SIM e o resultado não será facilmente esquecido por aqueles que se fizeram presentes! O evento que teve seus ingressos esgotados (no sábado) reuniu pessoas de diversos locais do país e do mundo – presença de alemães, espanhóis, argentinos, chilenos, mexicanos, uruguaios e irlandeses – entre os dias 14 e 15 de outubro.

Podemos dizer que o Ultra Brasil 2016 valeu a pena sim. Foi ótimo. Todos saíram felizes porque a música prevaleceu e dançamos até dizer chega. Foi um evento excelente e o Rio de Janeiro está com saudades. Teve Música, energia, boas vibrações e amor! Vale lembrar que no Rio de Janeiro nos dois dias de festival a temperatura se manteve naquele normaço praiano. O fato é que o Ultra Brasil se superou e já deixou saudades. Os artistas fizeram bonito na Sapucaí. Ano que vem vai ser melhor ainda!

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A ideia de aliar um festival do porte do Ultra a beleza do RJ é perfeita. Ficamos na torcida para que, em 2017, o festival não tenha problemas com o local escolhido, corrija os problemas e, consequentemente, promova a união entre a música eletrônica e a natureza, de forma que proporcione uma experiência ainda mais inesquecível que a edição 2016 foi!

Apesar dos problemas, o Ultra fez uma edição muito bem-sucedida no Rio! Quem não acreditava no sucesso do evento, ao ver a imagem de milhares de pessoas reunidas e se divertindo durante os dois dias pode ter mudado de opinião. Saímos de lá satisfeitos e com a sensação de que a próxima edição pode aproveitar os aprendizados desse ano e fazer um evento ainda melhor!

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Em uma parceria exclusiva com a MTV América Latina (primeira vez para ULTRA Worldwide) ULTRA Brasil foi transmitido ao vivo para mais de 50 milhões de lares em 26 países em todo o continente. Os dois dias de transmissão ao vivo foi hospedado em plataformas digitais da MTV na América Latina e Brasil, além de os especiais de horário nobre, que também foram televisionados ao vivo do Sambódromo todo o fim de semana.

ULTRA Worldwide continuará sua expansão internacional ainda em 2017, entrando em algumas incrivelmente excitantes novos territórios em todo o mundo. Mais detalhes serão anunciados em breve. Para obter informações sobre todos os eventos mundiais ULTRA, acesse: www.umfworldwide.com .

O Ultra Worldwide comemorou a conclusão do seu ano mais próspero no sábado, 15 de outubro, finalizando com uma parada na América do Sul, na bela cidade do Rio de Janeiro. Totalizando 8 eventos em 5 países em apenas 9 dias pela América Latina, o ULTRA Worldwide atingiu a marca de 26 eventos, abrangendo 17 países e 5 continentes em 2016 – um feito que nenhum outro festival alcançou.

No total, mais de 1,000,000 de pessoas foram aos eventos do ULTRA esse ano, com mais de 165 milhões assistindo online, via UMFTV. Além disso, os Aftermovies do UMF receberam mais de 40 milhões de visualizações em 2016.

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Galera, fico feliz de poder dividir meus momentos no Ultra com todos vocês. Perceberam a união que há entre nós amantes da música eletrônica? Isso não existe em em nenhum outro gênero! Vamos aproveitar ao máximo, e agora, com a Vibe lá no alto! É noix!

O Ultra Brasil veio para ficar. A organização conseguiu sim entregar um festival bem estruturado e em grande estilo. Fica os parabéns e o muito obrigado aos organizadores e toda a equipe responsável pelo Ultra Brasil, com certeza o festival marcou uma experiência única para milhares de pessoas! A nossa experiência no festival foi extremamente positiva.
Então até breve Ultra Brasil, te esperamos em 2017!

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